"No dia em que a flor de lótus desabrochou
A minha mente vagava, e eu não a percebi.
Minha cesta estava vazia e a flor ficou esquecida.
Somente agora e novamente, uma tristeza caiu sobre mim.
Acordei do meu sonho sentindo o doce rastro
De um perfume no vento sul.
Essa vaga doçura fez o meu coração doer de saudade.
Pareceu-me ser o sopro ardente no verão, procurando completar-se.
Eu não sabia então que a flor estava tão perto de mim
Que ela era minha, e que essa perfeita doçura
Tinha desabrochado no fundo do meu coração. "

Rabindranath Tagore








sábado, 9 de junho de 2012




"O coração do outro é solo Sagrado,
 é solo de afago,
 de aprendizados e de cuidados."




Patricia Costa



sexta-feira, 8 de junho de 2012






‎"Nossas escolhas estão bem aqui, no coração. Não pense que está no colo de um, na mão de outro. Não se adie, por favor. E não se entregue. Aconteça o que acontecer: não se entregue. Não mude seu jeito por ninguém. Mude suas caras, bocas e trejeitos se quiser. A gente é o que é e quem não gosta, paciência. Não se traia, não se mude, não se mova. Seja você."





Clarissa Corrêa






"Ele tem um vasto vocabulário de palavras benditas e um abraço pra sempre.
 Eu tenho um arsenal de pontuações, sinônimos e sempre um abraço pra hoje.

Estamos escrevendo um romance agora..."




Marla de Queiroz








"A beleza propõe, mas é o que a pessoa é por dentro que convence. Como uma canção, talvez. Não adianta ser bonita. Você só leva para a vida inteira se ela divertir você, se você ficar com vontade de dançar cada vez que a ouve, se elas significarem algo, se ela mexer contigo de alguma forma, se ela te perturbar de uma maneira que você não consegue mais comandar seus próprios joelhos.'


Gabito Nunes



quinta-feira, 7 de junho de 2012






"Existem coisas que a espera não resolve. Você precisa saber insistir, mas principalmente, precisa entender quando é hora de desistir e seguir em frente. Abrir mão, mudar de caminho e focar sua energia no que/em quem realmente gera algum retorno. Algumas pessoas simplesmente não mudam e não farão isso por você, se não conseguem fazer nem por elas mesmas. Observe. Outras não querem mudar e você não pode lutar contra isso – ou melhor, você não tem o direito de ir contra a vontade do outro para satisfazer uma necessidade sua. Aquela velha frase “Querer é poder” só vale para sua própria vida, para suas próprias mudanças. “O que um não quer, dois não fazem”, lembra? Muitas vezes, desistir não significa fracasso, mas sim, um ato saudável, de sabedoria. Difícil, no entanto, necessário para o seu próprio bem."



Josi Puchalski




Breathe Me by Sia on Grooveshark


quarta-feira, 6 de junho de 2012





‎"Crescer dói, mudar dói, ser responsável pelas próprias atitudes e assumir as consequências das próprias escolhas dói. Mas o benefício desse amontoado de dor é um bocado de alívio depois: a gente se torna mais maduro, mais sábio, menos vítima e mais saudável nas nossas relações. 

Não tenha medo da vida, não sobrecarregue seu coração (este órgão nobre!), não perca tempo colocando o seu bem-estar na mão do Outro. Comprometa-se consigo, com o amor a si mesmo, com a felicidade guardada nas coisas inteiras, reais. 

Enlouqueça, mas não emburreça. Seja o seu melhor amigo!"



Marla de Queiroz







1º aninho do blog Flor de Lótus

O primeiro ano passou tão rápido. Conheci tantas pessoas legais. 
Algumas passaram tão rápido e mesmo assim deixaram lembranças.
Outras permaneceram e fizeram a diferença. 
Agradeço a cada uma dessas pessoas. 
A cada uma que disponibilizou seu tempo e me visitou aqui na Flor
 e que deixou seu carinho. 
Todas são extremamente importantes.

Que neste novo ciclo tudo se renove...
Que seja doce!







"A gente esquece do valor das coisas. 
Mas eu não vou te esquecer, 
uma conquista deve ser guardada, 
pode ser uma pessoa inteira, 
pode ser um minuto em que os olhos se cruzaram.
 Cada um sabe o que é valioso para si. 
O que conquistei de você me pertence." 



Cáh Morandi




terça-feira, 5 de junho de 2012






"Enquanto não encerramos um capítulo, não podemos partir para o próximo. Por isso é tão importante deixar certas coisas irem embora, soltar, desprender-se. As pessoas precisam entender que ninguém está jogando com cartas marcadas, ás vezes ganhamos e ás vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é."




Fernando Pessoa




Fim!

Avesso






"Pode parecer promessa
mas eu sinto que você é a pessoa
mais parecida comigo
que eu conheço
só que do lado do avesso.

Pode ser que seja engano
bobagem ou ilusão
de ter você na minha
mas acho que com você eu me esqueço
e em seguida eu aconteço.

Por isso deixo aqui meu endereço
se você me procurar
eu apareço 
se você me encontrar
te reconheço."



Alice Ruiz



segunda-feira, 4 de junho de 2012





"...mudem, porque desconfiado a gente tem que ficar de quem não muda jamais. São tantas as informações e vivências que absorvemos durante uma única vida que é impossível que elas não nos façam refletir e alterar nossa rota. Infeliz de quem passa a vida toda sendo fiel ao que os outros pensam a seu respeito."



Martha Medeiros


domingo, 3 de junho de 2012







"Que essa semana tenha um tanto: de boas novidades.
 De riso fácil. 
De alegrias inteiras.
 De tranquilidade na medida certa.
 De sorte. Saúde.
 E pessoas bacanas."



Fernanda Mello







"Pior do que se sentir perdida é perder-se em si mesmo. No emaranhado do que você acredita misturado ao que você é ou era. 
O que você acredita, apostando corrida com o que você mais detesta. O que você tem, jogando palitinhos com o que você quer.
 Seu amor e suas dores na linha de chegada e o coração de juiz em dia de clássico.

Eu não sei se você entende o raciocínio de quem não tem raciocinado ultimamente ou se entende o porquê de certas coisas que não se explicam.

Quando a cabeça não pensa o corpo padece. Mas quando a cabeça pensa demais será que nossa alma enriquece?

Você cheio de indagações e de táticas que não fazem o menor sentido. (pelo menos para você ou pelo menos naquele momento).

Suas certezas mudam, suas prioridades deixam de ser prioridades já que você nem sabe mais o que deseja. Até sabe, mas está tão longe e você tão cansado que o mais fácil é deixar que as prioridades te encontrem e você pode fugir do que não interessa. Seus princípios enfraquecidos te cobram uma atitude e você cobra a coragem.

Seus olhos pesam e seu coração já bate fraco. De tanto que bateu a vida inteira. De tanto chorar amor e fracassos. De tanto chorar pelo leite derramado você decide que se entender é complicado demais. O quente queima e o frio é gelado demais, vai o morno mesmo que não causa sensação alguma e no momento você não tem sequer condições de sentir algo. Sentir dá trabalho e trabalho acarreta uma série de responsabilidades. Responsabilidade é chato demais e não aquece seus pés nos dias frios.

Você enfim, opta por decidir somente pelo necessário. Pelo que realmente vai fazer alguma diferença em sua vida e desiste de tentar equilibrar-se, isso é para artista circense e você nem gosta tanto de circo. Melhor deixar assim.

Uma porta de saída e uma de entrada. O que vale fica e o que não vale que valesse. Nada de culpa ou de noites mal dormidas, nada de coração na boca nem de frio na barriga.

Certas coisas não se explicam. Não existem palavras que as descrevam ou soluções que as resolva .
 Sentimentos, gestos, sonhos e sorrisos. A alma entende e a boca cala."




Fernanda Mello


The Ripe Tide by Beirut on Grooveshark



sábado, 2 de junho de 2012







“É recomendável não descobrir todos os segredos.”




Fabrício Carpinejar



quinta-feira, 31 de maio de 2012






‎"Que eu possa respeitar opiniões diferentes da minha. Que eu possa me desculpar antes do ódio. 
Que eu possa escrever cartas de amor de repente. Que eu possa viajar para adorar a distância.
 Que eu possa voltar para dizer o que não tive coragem. 
Que eu pense em meu amor ao atravessar a rua. Que eu pense na rua ao atravessar o amor. 
Que eu dê conselhos sem condenar. Que eu possa tomar banho de cachoeira. 
Que eu seja a vontade de rir. Que eu possa chorar ao assistir filmes.
 Que eu não seduza para confundir. Que eu seduza para iluminar.
 Que eu não sacrifique a confiança pela covardia. 
Que eu tenha dúvidas, melhor do que certezas e falir com elas.
 Que eu faça amizades falando do tempo. Que eu possa amar mais sem contar as horas.
 Que eu use somente as palavras que tenham sentido. 
Que eu prove a comida nas panelas. 
Que transforme a raiva em vontade de me entender.
 Que eu possa soltar os vaga-lumes que prendi em potes. 
Que eu me lembre de ser feliz "



Fabrício Carpinejar




Medo







"Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. 


Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente.


 Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas.


 Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. 


Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada."



Fabrício Carpinejar



terça-feira, 29 de maio de 2012

A Lenda da Flor de Lótus





Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra.

-Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. - Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. - Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas.

É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas. E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho.

 Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. 

Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? 
- A idéia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o meu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra. Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. 

Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio - quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador - para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o "Dia da Paz".





(Arte - Wendy Ng)


‎"Que suas lembranças não sejam o que faltou dizer."




Fabrício Carpinejar





segunda-feira, 28 de maio de 2012





"Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar?
 Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos.
E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”.
Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira.
 Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. 
O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso,
 a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. 
Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. 
Achei bonita a explicação dele."


Clarissa Corrêa



domingo, 27 de maio de 2012






"Tem os que passam e tudo se passa com passos já passados...

Tem os que partem da pedra ao vidro e deixam tudo partido...

e tem, ainda bem,
os que deixam a vaga impressão de ter ficado."



Alice Ruiz
 


 





"A maldade, sacanagem ou fraqueza escancarada é fácil de afastar.
Mas o que fazer com as pessoas que te dão colo, carinho e poesia?"


Tati Bernardi



sexta-feira, 25 de maio de 2012





Eu gosto de olhos que sorriem, de gestos que se desculpam, 
de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram.






Machado de Assis





quinta-feira, 24 de maio de 2012



"Me provoque. 
Me desafie.
 Me tire do sério.
 Me tire do tédio.
Vire meu mundo do avesso!"


Clarice Lispector


Nosso Medo Mais Profundo




"Nosso medo mais profundo não é o de não sermos bons o suficiente. O nosso medo 
mais profundo é o de sermos poderosos além das medidas. É a nossa luz, e não a nossa 
escuridão, o que mais tememos. Por isso nos perguntamos: Quem somos para nos 
considerarmos brilhantes, maravilhosos, talentosos, fabulosos? 
Nós somos crianças de Deus. A nossa falsa humildade não vai servir o mundo. 
Não há nada de iluminado nesse encolher-se para que outros não se sintam inseguros à nossa volta. 
Estamos todos aqui para irradiar, como fazem as crianças e, à medida que deixamos a nossa luz brilhar, 
inconscientemente damos aos outros permissão para que brilhem também.
 À medida que nos libertamos do nosso próprio medo, a nossa presença, 
automaticamente, liberta os outros para que façam o mesmo.
A segurança só para alguns é, de facto, a insegurança para todos."


Marianne Williamson, em 1992 no livro  "A Return to Love”